Para mim,
Para mim que por vezes não sei cuidar, encaro o espelho que teima em ver-me envelhecer aos poucos, para mim que estás ai desse lado e que por vezes não vês a distinção entre o real e o irreal, para mim é esta mensagem de mim, a vida são as cores que nela pintamos, o azul do mar e o brilho ofuscante do Sol, porque eu sei que um dia poderei esquecer-me do que fui e do que sou agora, esta é uma carta selada para mim, porque talvez em tempo algum eu ouse lê-la, ou talvez a leia em silêncio para sacrificar o que perdi, quem sabe o tempo não a queima.
Para mim, este homem menino com ar inocente, liberta-te, dá um sabor à vida, anda e corre nesta estrada, não tenhas medo de sofrer, faz parte amigo, caminha, cai e levanta-te, ama cada dia que te passa! Pôe amor em tudo o que vês e sentes, sê real, verdadeiro. Para mim... esta carta que se auto-define como a besta que me eleva o sonho, apresenta-se de cor suave nas minhas mãos ainda com cheiro a jasmim, faz-me procurar o sonho... faz-me sentir vivo.
Para mim que por vezes não sei cuidar, encaro o espelho que teima em ver-me envelhecer aos poucos, para mim que estás ai desse lado e que por vezes não vês a distinção entre o real e o irreal, para mim é esta mensagem de mim, a vida são as cores que nela pintamos, o azul do mar e o brilho ofuscante do Sol, porque eu sei que um dia poderei esquecer-me do que fui e do que sou agora, esta é uma carta selada para mim, porque talvez em tempo algum eu ouse lê-la, ou talvez a leia em silêncio para sacrificar o que perdi, quem sabe o tempo não a queima.
Para mim, este homem menino com ar inocente, liberta-te, dá um sabor à vida, anda e corre nesta estrada, não tenhas medo de sofrer, faz parte amigo, caminha, cai e levanta-te, ama cada dia que te passa! Pôe amor em tudo o que vês e sentes, sê real, verdadeiro. Para mim... esta carta que se auto-define como a besta que me eleva o sonho, apresenta-se de cor suave nas minhas mãos ainda com cheiro a jasmim, faz-me procurar o sonho... faz-me sentir vivo.